Encantos da Áustria parte 2 – Innsbruck

Passeando na Áustria

Nossa segunda cidade na Áustria, depois de Salzburg (veja o post aqui) foi Innsbruck, outra fofura em meio às montanhas.

Nikon Pedro 973

No inverno é uma estação de esqui bem disputada, mas no verão também tem seus atrativos. Em se tratando de Áustria, os transportes públicos, as calçadas, as ruas, tudo é perfeito. Limpíssimo, organizado, tudo funciona.

Nikon Pedro 975

Uma das coisas mais incríveis, aliás, foi ver um banheiro adaptado numa padaria comum.

Dá gosto de passear no centro antigo. Como na maioria das cidades europeias, ele é fechado para o trânsito e fica totalmente à disposição dos pedestres.

Nikon Pedro 976

Os prédios são deslumbrantes, alguns do século XV, ricamente trabalhados, com fachadas decoradas de estuque e pedra. O mais conhecido é o do “telhado de ouro”, com suas 2657 telhas de cobre dourado, construído pelo imperador Maximilian I.

Innsbruck

O Helbling é o mais decorado, à esquerda, com detalhes esculpidos na frente. Meu preferido, é claro.

Próximo, na mesma praça, a torre gótica traz a lembrança dos tempos medievais.

20160717_170438 (4)

Na praça, os cafés charmosos convidam a sentar para uma pausa. Detalhe a ser notado: a pele de ovelha sobre as cadeiras. No verão.

20160717_173912 (5)

A igreja de St. Jakob é lindíssima, surpreendente.

20160717_173021 (5)

Dica de restaurante

No fim da tarde, fomos jantar num restaurante bem agradável, com uma comida deliciosa. Quem comanda a cozinha é um amigo muito querido, Michele Cirabisi, que pertence a uma família de sicilianos dedicados à arte culinária há várias gerações. O spaghetti “Mamma Lucia” é o meu prato preferido. Desculpem não ter deixado aqui a dica de um restaurante austríaco, mas ele me mataria se eu não comesse lá… (Ristorante – Pizzeria “Da Giovanni”, Schneeburggasse, 61).

IMG-20160717-WA0029

Pra quem vem de passagem, como nós, dá pra passear bastante por todo o centro em apenas um dia e seguir viagem. Mas há passeios nas montanhas que demandam bem mais tempo. No verão, é possível fazer caminhadas. Mas atenção, verão aqui não quer dizer muito. A temperatura é bem baixa, e nas montanhas, mais baixa ainda. Pegamos em torno de 10 a 12 graus Celsius à noite no mês de julho. Leve casaco, gorro, luva, tudo. Você não vai se arrepender. Aliás, vai me agradecer.

 

Respostas de 2

  1. Insbruck é uma cidade maravilhosa, vale a pena conhecer também Wattens sede da Swarovski que fica em torno de 20, ótimo para compras, variedade incrível.

    1. Eu estive lá dois anos atrás, realmente vale a pena, você tem razão. Desta vez não fomos lá, pois na época eu deixei uns bons euros na lojinha deles e estava com orçamento mais apertado. Obrigada pelo comentário!

Deixe um comentário para Claudio Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Recentes

Não é “só rico que lê” livros

Como assim, só rico lê livros? Venho de uma família nem rica, nem pobre. Fui criada no Rio, num apartamento alugado, típico classe média, dois quartos e um banheiro para 4 pessoas. Havia duas estantes de livros: numa, ficava a coleção do meu pai, de livros de Monteiro Lobato para

Leia mais »

Para meus filhos Pedro e Clarissa

Carta para meus filhos Aprendi que conviver com um filho é difícil e é lindo ao mesmo tempo. Aprendi a não esperar que meu filho seja uma pessoa cordata, e que é justamente esse lado questionador que vai lhe angariar as mais verdadeiras amizades. Aprendi também que resiliência nada mais

Leia mais »

Sopas da Carla: Minestrone

O que é minestrone? Minestra significa sopa em italiano. Minestrone é o aumentativo, ou seja, o nosso sopão. E realmente é um sopão de respeito: leva legumes, verduras, feijão, carne e massinha. A principal diferença do minestrone para a nossa sopa de legumes é a presença do feijão e o

Leia mais »

Chegadas e partidas

A amiga me liga e pede ajuda para vestir a mãe falecida para o sepultamento. “Melhor um vestido, né? Que tal este?” “É de mangas compridas”, digo sem pensar. “Está muito calor”. Mas logo recuo, pensando na minha estupidez. Que importa o calor. Aliás, que importa a roupa. O sapato.

Leia mais »

Para a amiga de toda a vida – Mônica Buriche

Minha melhor amiga me deixou hoje. Sem suavidade, sem doçura, sem nada do que a gente espera de um corolário de uma vida plena. Presa a fios e tubos. Ela tinha 56 anos. E era linda. Era cheia de alegria. Tinha dois netos pra cuidar, uma filha para amar. Muita

Leia mais »